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Corrupião

Ordem: PASSERIFORME
Subordem: OSCINE
Subfamilia: Icterinae
Gênero: Icterus
Espécie: Icterus jamacaii
Nome comum: Corrupião, sofrê, concris ou rouxinol

Antigamente era da caatinga as cores fortes e mais observada, o que o tornará a jóia viva das regiões secas, porem com captura criminosa para manter o trafico de animais é cada vez mais difícil encontra-lo em natureza. Exalam mau cheiro e nota-se que após o banho em cativeiro deixam a água com cheiro de barata. Esse cheiro vem das penas e não da pele. Quando canta mantém a cabeça para baixa ou exageradamente para cima. Durante o canto imite notas melancólicas que o atribuiu o nome comum de “sofrê” ou “sofreu”. Por sua grande capacidade de imitar outros pássaros e musicas é muito procurado por criadores, que os adquirem ainda filhotes e os ensinam cantos como o Hino Nacional Brasileiro ou mesmo Hinos de times de futebol. Possui um sussurro forte em vôo produzido pelas penas (musica instrumental). O corripião e outros exemplares da subfamília Icterinae, tem o habito de espaçar, onde o passaro introduz o bico fechado em frutos, brotos, folhas, flores, favos e troncos em decomposição e depois o abre criando um espaço na esperança de encontrar larvas de insetos. Come ainda flores de ipê amarelo, o caldo do fruto do mandacaru. Este comportamento favoreceu a evolução de seu crânio, onde os olhos estão na altura da ponta do bico, o que permite observar o que está dentro do fruto ou madeira que espaçou. Na natureza ele é um nidoparasita, ou seja, ocupa os ninhos de outras aves (xexéu, bentevi, João-de-barro), porem existe raros relatos de construção de seus próprios ninhos. Ocorre do Maranhão à Bahia e em Minas Gerais. Em 1028 foi introduzido em Pernambuco.

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