femea de bicudo chocando ovos de bicudo

bicudo

Ordem: PASSERIFORME
Subordem: OSCINE
Subfamilia: Emberizinae
Gênero: Oryzoborus
Espécie: Oryzoborus maximiliani
Nome comum: Bicudo, bicudo verdadeiro.

Bicudo, bicudo-verdadeiro. Oryzoborus maximiliani De canto rápido, forte e variado e timbre metálico. Vivem nas proximidades de pântanos, brejos, veredas e matas. Existe variação regional do canto e do bico. Um bicudo viveu 26 anos em cativeiro. Acontece na natureza o hermafroditismo ou o ginandromorfos. Os exemplares hermafroditos com o lado direito do corpo com a coloração masculino e o lado esquerdo de coloração feminina. Os ginandromorfos o lado direito com cores femininos e o lado esquerdo masculino. Com 20 dias de vida já podem chilrear, com cinco meses canta e com sete meses cantam como adultos. Canta na ponta de galhos ou capim. Algumas fêmeas cantam e umas até melhor que machos. Para impressionar a fêmea abrem as asas mostrando o branco de baixo, e pra isso quase se esconde atrás das asas. Quando chocam as fêmeas podem responder o canto do macho. O período de incubação é de 14 dias. Adoram as sementes de tiririca (Cyperus rotundus), e navalha-de-macaco (Hypolitrus schraderianum). Devia a ação humana são raros ou desapareceram de algumas regiões pelo crime de caça, pelo extermínio de gramíneas, pântanos e veredas e por inseticidas. Ocorre em Amapá, Pará, Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Brasília, Alagoas, Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, América Central, Colômbia. Entre 1959 e 1973 a Sick (ornitólogo) registros na natureza o cruzamento híbrido Bicudo X Curió.

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